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Salgadinhos de queijo

 #salgadinhos #salgadinhodequeijo #receitas Hoje fui convidada para a festa de aniversário de uma amiga. Claro que cada convidado deveria levar um prato doce ou salgado. Adona da festa se encarregaria das bebidas. Como estou sempre correndo contra o tempo procurei uma receita fácil de se fazer e gostosa. Aqui vai o salgadinho que levei e que fez o maior sucesso. Ele ficou bem acompanhado de uma taça de vinho tinto. Ingredientes: 2 gemas, 250 g de margarina, 1 colher de óleo, 1 pitada de sal, farinha de trigo. preparação: misturar bem os ingredientes. Adicionar farinha até que a massa solte das mãos e possa ser trabalhada numa superfície plana. Forrar forminhas de alumínio tamanho pequeno. Depois vem o preparo do recheio. Recheio: 1 copo de leite, 1 xícara de queijo ralado. 100 gramas de manteiga derretida, 4 ovos. Bater tudo no liquidificador e encher as forminhas. Levar ao forno quente até que fiquem douradas. Bon apetit! Poema Queijo a sucumbir no meio da boca.  Queijo, beij...

Sorvete

#sorvetes #poemas #receitadesorvete #receitas  Meu blog é de contos poesias e crônicas, mas também será de receitas e escritos. Decidi fazer isto porque  após vir morar com meus pais durante a pandemia é uma luta querer ocupar a cozinha. Minha mãe e cunhada fazem de tudo para luzir seus dotes culinários. Quando era só eu e meu marido testei várias receitas de dar água na boca. Agora, trabalhando o dia inteiro, resta pouco tempo para dar a conhecer meus dotes na cozinha, salvo algumas vezes no final de semana. Devido a isso, decidi compartilhar minhas receitas com o querido (a) leitor. Sorvete gostoso - Primeira mistura Em uma panela colocar:  1 lata de leite condensado 3 gemas a mesma medida de leite de vaca. Antes de levar para a panela, bater no liquidificador. Colocar a cozinhar e reservar Caramelo e chocolate  Fazer um caramelo com 1 1/2 xícara de açúcar e 1/2 xícara de água. Colocar em outro recipiente,  1/2 xícara de água fervendo e 1/2 xícara de chocolate...

Renascer

 #Arte #poemas #poesias #poesia abstrata Após dois anos de pandemia renasço novamente com novas inspirações. Morava longe da mamãe, em outra cidade distante. Durante a pandemia do coronavírus ligava todos os dias para meus pais. A mamãe com medo dizia: não nos veremos mais. Com esta doença talvez seja difícil se encontrar novamente. Venham morar comigo e seu pai, pelo menos até esta fase passar. Ela disse o mesmo para meu irmão. Bom. Resumindo a história, na casa da mamãe e do papai estamos eu e meu marido, meu irmão, esposa, filha e cachorrinha. É uma loucura, principalmente com a minha sobrinha que está na adolescência. Nenhum dia é igual a outro.  Renascer, das profundezas do triste ver da doença. Máscaras que ainda persistem em menor quantidade, desmascarados caminhando a vontade. Terra a girar neste mundo louco em que humanos enfrentam sem máscaras o futuro a encantar com novas descobertas de arte digital.

Escrever

Tinha 12 anos quando ganhei de meu pai um livro de fábulas com ilustrações coloridas, do escritor Félix Maria de Samaniego, espanhol do século XVIII, famoso por escrever fábulas cujo final tem "moral da história". Adorei e me cativaram a tal ponto que comecei a escrever pensamentos. Depois ganhei um diário de vida de meu pai e comecei a anotar minhas impressões do dia. Aí pensei: por que em vez de escrever no diário, escrever melhor histórias curtas? Então comecei a escrever contos. Esses contos são baseados em histórias reais e motivados por emoções do dia-a-dia. Lancei meu primeiro livro em 2008, uma fábula infantil chamada "O Condomínio", nessa história os pássaros vivem numa árvore e se apresentam como num grande condomínio em que os vizinhos devem respeitar o espaço de cada um. Fatos engraçados acontecem. Posso dizer que a vida do escritor independente não é fácil porque ele mesmo se produz, vende seus livros e se promove. Devido a isso, criei junto com meu mar...

Sensação

Suave sensação, carne desfrutável, acidez adocicada que se deixa mastigar. Viajo nas sensações do esmagar palatal. Delícia outonal ao findar de uma cálida estação, ficarei a te aguardar com a doce ilusão de voltar a te esmagar, doce uva do verão.

Nesta manhã

 Bem te vi! Bem te vi! Digo eu ao raiar o dia, com amor e alegria nesta manhã de frio outonal. O inverno bate na porta frio intenso, sul do Brasil. Amor, amor, clamo por você, sentado ao meu lado a debater as normas da grafia. Mundo, belo mundo que se apresenta neste meio do ano, ainda pandêmico, semi vacinado.

Neste mundo

 Emprestados neste mundo, de vales e mares, vejo a vida passar, paisagens, pássaros, pessoas, abraços, toques de amor. Não somos de aqui. Quando partir, tudo seguirá  igual. Os pássaros a cantar na madrugada, no findar da tarde, o mar a bater  nas areias da praia. As árvores, a terra a girar, e o infinito sem parar. O que somos? Nada, tudo, para alguém.