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Y Ahora?

 Entonces es Navidad y que hicimos hasta ahora? Tantas luchas y causas ganadas y vencidas. Dicen que no hay que mirar hacia atrás, pero el futuro es consecuencia de lo que hicimos bién o mal? Es un balance? Pienso que no, pero hay que pensar. Vivamos el presente con un pié en el futuro y sigamos adelante pensando en que Dios nos da una hoja en blanco para escribirla todos los dias en nuestro libro de la vida. Feliz 2026!

O vento assopra

Olhava intensamente, cílios amarelos a pestanejar, olhar penetrante a dizer: Calma! Tudo isto vai passar. Escuta a música. Ves? Os pássaros cantam, o vento assopra. Sente o vento, a vida continua. Tudo brota, tudo nasce, há uma eterna vibração no ar, em tudo. Como latidos o mundo grita e se absorve em seu tudo. Rumores e motores se batem em um constante ir e vir. Batidas do relógio, se fecham em um longo beijo.

Tango

Poema para una pierna que baila un tango con el hueso de su sombra. Al compaś de una música imaginária o no, del tiempo, de la arena, del polvo del origen del hombre.

A Flor do Beija-flor

você é a flor Eu O beija flor A flor A se abrir Todos os dias Manhã linda de sol Ou de frio outonal O beija flor A sobrevoar A flor E Se deleitar No meio Das folhas E aromas Exaladas Pela Planta. Qual suave aroma A inebriar Afloram Sensações Beija a flor Beija a flor Suave Lento Ô Beija flor

A luz do teu cantar

Braços que andam pelo braço da viola. Dedos que apertam e ferem as notas soltas do teu olhar, do teu sentir. És tu amor olhar que envolve como a luz que vem do céu infinito que envolve em acordes a jorrar como águas cristalinas dos verdes olhos do teu olhar.

INSISTENTE OLHAR

Montanhas com neve pedras a derreter teu insistente olhar. Ar frio da montanha a gelar a alma que emerge das cinzas da quarentena. Linhas verticais emergem das lembranças a emanar enxofre e ferro. Vermelha é a cor de quem se traveste de corona. Levam a coroa na marcha fúnebre que nada lembra as alvas montanhas com suave aroma gélido do teu olhar a espreitar a liberdade.

LUZ DO SER

  Mergulhei no abismo da vida sobre as assas  de um pássaro. A luz inundou meu ser e vi o amanhecer. A brisa do vento penetrou as entranhas e abri meus braços ao encontro da vida. Nuvens grises atravessaram meu caminho e uma aflição irrompeu minh'alma. Uma fina chuva limpou meu rosto e os pássaros cantaram. Milka Plaza (Do livro: Segunda Antologia da Associação Literária Letras no Jardim)

Nesta manhã

 Bem te vi! Bem te vi! Digo eu ao raiar o dia, com amor e alegria nesta manhã de frio outonal. O inverno bate na porta frio intenso, sul do Brasil. Amor, amor, clamo por você, sentado ao meu lado a debater as normas da grafia. Mundo, belo mundo que se apresenta neste meio do ano, ainda pandêmico, semi vacinado.