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Y Ahora?

 Entonces es Navidad y que hicimos hasta ahora? Tantas luchas y causas ganadas y vencidas. Dicen que no hay que mirar hacia atrás, pero el futuro es consecuencia de lo que hicimos bién o mal? Es un balance? Pienso que no, pero hay que pensar. Vivamos el presente con un pié en el futuro y sigamos adelante pensando en que Dios nos da una hoja en blanco para escribirla todos los dias en nuestro libro de la vida. Feliz 2026!

Tango

Poema para una pierna que baila un tango con el hueso de su sombra. Al compaś de una música imaginária o no, del tiempo, de la arena, del polvo del origen del hombre.

América

Latina, Latinoamérica, amada América de canto y sudor, bañada por dos mares, de muchas luchas, razas, cantada por Mercedes Sosa, Los Serranos, Caetano, Gil, Zezé Mota, Inti Illimani. Culturas, danzas, influencias españolas, portuguesas, pueblos de la amazonia, indios guaraníes, Incas, Aimarás, Mapuches, Kaigangues, entre otros, que fueron dejados, olvidados, aniquilados, aprovechados, fuimos y seguimos siendo amantes de esta tierra que nos vió nacer y que nos absorverá el dia de nuestra muerte.

A Flor do Beija-flor

você é a flor Eu O beija flor A flor A se abrir Todos os dias Manhã linda de sol Ou de frio outonal O beija flor A sobrevoar A flor E Se deleitar No meio Das folhas E aromas Exaladas Pela Planta. Qual suave aroma A inebriar Afloram Sensações Beija a flor Beija a flor Suave Lento Ô Beija flor

A luz do teu cantar

Braços que andam pelo braço da viola. Dedos que apertam e ferem as notas soltas do teu olhar, do teu sentir. És tu amor olhar que envolve como a luz que vem do céu infinito que envolve em acordes a jorrar como águas cristalinas dos verdes olhos do teu olhar.

INSISTENTE OLHAR

Montanhas com neve pedras a derreter teu insistente olhar. Ar frio da montanha a gelar a alma que emerge das cinzas da quarentena. Linhas verticais emergem das lembranças a emanar enxofre e ferro. Vermelha é a cor de quem se traveste de corona. Levam a coroa na marcha fúnebre que nada lembra as alvas montanhas com suave aroma gélido do teu olhar a espreitar a liberdade.

LUZ DO SER

  Mergulhei no abismo da vida sobre as assas  de um pássaro. A luz inundou meu ser e vi o amanhecer. A brisa do vento penetrou as entranhas e abri meus braços ao encontro da vida. Nuvens grises atravessaram meu caminho e uma aflição irrompeu minh'alma. Uma fina chuva limpou meu rosto e os pássaros cantaram. Milka Plaza (Do livro: Segunda Antologia da Associação Literária Letras no Jardim)

Nesta manhã

 Bem te vi! Bem te vi! Digo eu ao raiar o dia, com amor e alegria nesta manhã de frio outonal. O inverno bate na porta frio intenso, sul do Brasil. Amor, amor, clamo por você, sentado ao meu lado a debater as normas da grafia. Mundo, belo mundo que se apresenta neste meio do ano, ainda pandêmico, semi vacinado.