Numa noite qualquer
Aquele cachorro quente
gostoso, daquela esquina.
Noite de agosto,
viagem longa, noite escura.
Longe de casa,
transtorno geral.
Meia noite, tudo fechado,
aquele baixo astral.
Em frente do hotel,
aquela barraquinha,
pessoas,
ainda a trabalhar.
Único local aberto,
naquela esquina
de um domingo qualquer,
num mês de agosto
não parava de chover.
Aquele cachorro quente
a se espalhar
na mesinha da cabeceira
sem ninguém a olhar,
delícia sem par.
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